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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O Hobbit – A Desolação de Smaug

O Hobbit – A Desolação de Smaug
Título Original: The Hobbit: The Desolation of Smaug
Roteiro: Fran Walsh, Philippa Boyens, Guilhermo del Toro e Peter Jackson
Direção: Peter Jackson
Elenco: Martin Freeman, Ian McKellen, Benedict Cumberbatch, Richard Armitage, Lee Pace, Cate Blanchett, Orlando Bloom, Luke Evans, Evangeline Lilly, Hugo Weaving

Sinopse: Gandalf, Bilbo e o grupo de anões liderados por Thorin estão a caminho da Montanha Solitária para tentarem recuperar a joia Pedra Arken, que poderá legitimar Thorin o rei de Erebor. A pedra está no meio do tesouro guardado pelo dragão Smaug.



Atenção Spoiler!

Gandalf deixa o grupo para descobrir a origem do Necromante. Os anões e Bilbo tem que atravessar a Floresta das Trevas, infestada por aranhas gigantes e são aprisionado por Elfos, inimigos históricos dos anões.

Surge entre os personagens Tauriel, uma elfa guerreira, que não existe no livro original. A razão dela estar ali, segundo os próprios roteiristas, é para equilibrar a excessiva presença masculina. Ela seria mais uma “smurfete” se não tivesse sido muito bem elaborada e igualmente bem interpretada por Cate Blanchett. O único deslize é a motivação da heroína: ela segue o grupo pelo interesse afetivo por Kili, um dos anões. E é seguida por Legolas que tem um interesse afetivo por ela. Contudo Tauriel tem uma percepção um pouco mais abrangente da realidade e da necessidade dos elfos deixarem de ser omissos.

Bilbo faz o uso do anel e ajuda os Anões a escaparem e são ajudados por Bard, um barqueiro descendente do arqueiro que protegia a Cidade do Lago contra os dragões. Este arqueiro, segundo a visão dos anões, errou o alvo e permitiu que Smaug sobrevivesse.

Enquanto isso, Gandalf é aprisionado pelos Orcs e tem um encontro com a verdadeira força por trás do Necromante.

Os anões descobrem a entrada da caverna onde o dragão dorme e Bilbo deve descer sorrateiramente ao covil de Smaug e apanhar a joia. Começa o ponto mais alto do filme: Bilbo acorda acidentalmente o dragão e tem que usar de toda a sua artimanha pra conseguir achar a pedra e se livrar do dragão. Após uma longa caça de gato e rato, os anões interveem e inciai uma luta entre eles e Smaug.


Conclusão

O Hobbit enquanto filme cumpre excepcionalmente bem seu papel: tem imagens magníficas, aventura, mistério, suspense, uma boa dose de humor e até um pouquinho de romance.

Smaug foi excepcionalmente bem construído, com movimentos bem naturais e expressões faciais de acordo e uma voz – interpretada por Benedict Cumberbatch – que a maioria de nós imagina que um dragão deve ter.

A sequencia de cenas, desde a descida de Bilbo até o covil até o encontro entre os anões e a fera é de tirar o folego.

É um filme excelente mas não espere fidelidade total ao livro nem a grandiosidade de o Senhor dos Anéis. Lembre-se de que, apesar das ligações entre as duas histórias, O Hobbit é uma outra história em um outro filme. Comparar só vai gerar frustrações.

Desligue o Nerd xiita e curta o filme!

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Thor: O Mundo Sombrio


Thor: O Mundo Sombrio
Título Original: Thor: The Dark World
Direção: Alan Taylor
Roteiro: Cristopher Yost, Christopher Markus e Stephen McFeely
Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony Hopkins,
Jaimie Alexander, Idris Elba, Christopher Eccleston, Kyle Jacobs, Ray Stevenson, Stellan Skarsgård, Zachary Levi, Tadanobu Asano
Ano de produção: 2013
Duração: 112 min

Considerando o mito clássico do herói, há coisas que o herói não pode fazer. Seja por violar um rígido código de ética, seja por ser incapaz de entender a maldade em seu plenitude por estar perto demais da Luz. Poucos heróis conseguem descer ao Inferno e voltar.

Este é o tema que norteia o segundo filme de Thor. Antes de haver Luz, havia o caos e as trevas, que eram governadas por Malekith, o Elfo Negro. Numa batalha sangrenta contra as forças da Luz, comandadas pelo pai de Odin, o Elfo Negro foi derrotado e aprisionado e seu poder máximo, o Eter, confinado em uma estrutura rochosa. Com isso, o universo dos nove reinos ficou em equilíbrio por milhares de anos.

Todavia um fenômeno natural, um alinhamento planetário entre os noves reinos pode libertar o Elfo Negro, permitindo-o resgatar o Éter e dar-lhe poder para ele destruir todo o universo.

Para derrotar estas forças, Thor precisa do auxílio de Loki, pois ele é capaz de burlar tanto a vigilância de Odin sobre Asgard como de enfrentar o Elfo Negro em seu próprio reino, o Mundo Sombrio. Poderá Thor confiar no irmão? Loki terá a firmeza necessária para não ceder a tentação de trair o irmão?

O filme conta muito bem essa história, com algumas surpresas e reviravoltas, imagens belíssimas de Asgard, uma atuação brilhante de Tom Hiddleston, que interpreta com maestria Loki, lutas de tirar o folego e um humor cínico garantido por Loki (e às vezes pelo próprio Thor) e o humor quase pastelão pelas trapalhadas de Erik Selvig, Darcy Lewis e seu estagiário que manipulam a abertura dos portais de maneira desastrada, às vezes interferindo na luta entre Thor e Malekith de forma hilariante.

Um filme sobretudo divertido.


Thor, o Mundo Sombrio - trailler